Não há duas sem três

Ao percorrer o trilho de descoberta do Parque pode ouvir ou observar duas espécies de pica-pau. 

Referimo-nos ao pica-pau-malhado-grande e ao peto-verde, em estado selvagem. 

Esta contagem alterou-se quando na manhã de 20 de fevereiro, registada a contagem de espécies de borboletas noturnas atraídas à luz na estação de esforço constante, junto ao campo das vacas marinhoas, ao regressar ao edifício do centro de acolhimento, se ouviu um pica-pau a tamborilar.
Mais próximos, pensava-se que, lá no alto, em forte contraluz, estava a observar-se um pica-pau-malhado-grande, apesar de parecer pequeno ao longe. Seria o habitual. Ilusão ótica decerto, acreditou-se.
Ao descarregar as fotos experimentais no computador, a área dorsal da ave assinalou de imediato ser outra espécie de pica-pau, até então por observar em estado selvagem no parque: o pica-pau-galego, Dryobates minor. No que diz respeito a pica-paus, também parece não haver duas sem três.
Apesar do desejo de um novo encontro, tem permanecido sem dar nas vistas. 

 

Foto documental de pica-pau-galego: Cátia Oliveira. Foto de pica-pau-malhado-grande: João Luís Teixeira.

 

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